O CACHORRO ARRANCOU A BOLSA DA DONA E FUGIU — UM MINUTO DEPOIS, ELA DESCOBRIU O MOTIVO TERRÍVEL

— MAX! DEVOLVE MINHA BOLSA AGORA!

O cachorro apertou a alça entre os dentes e correu ainda mais rápido.

— Você ficou maluco?

Anna saiu atrás dele, quase derrubando uma cadeira da varanda do café.

Max não costumava desobedecer.

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Muito menos pegar objetos dela.

Mas naquela tarde, desde que Anna havia colocado a bolsa ao lado da cadeira, ele estava estranho.

Cheirava o tecido.

Choramingava.

Tentava tocar a bolsa com o focinho.

Anna afastou Max três vezes.

— Para com isso. Não tem comida aí.

O cachorro voltou.

Dessa vez, inquieto.

Sua amiga chegou a comentar:

— Anna, olha como ele está nervoso.

— Deve estar querendo ir embora.

Anna terminou o café, levantou-se e colocou a bolsa no ombro.

Foi quando Max pulou.

Agarrou a alça e puxou com tanta força que quase derrubou a dona.

— Max!

Anna tentou recuperar a bolsa.

O cachorro rosnou baixo.

Não para ameaçá-la.

Parecia desesperado para que ela soltasse.

— Chega! Me dá isso!

Max deu outro puxão.

A bolsa escapou das mãos de Anna.

E ele disparou para o estacionamento.

Algumas pessoas começaram a observar.

Anna correu atrás, irritada e morrendo de vergonha.

— Quando eu pegar você…

Max atravessou algumas vagas e parou longe do café.

Jogou a bolsa no chão.

Anna chegou ofegante.

— Olha a confusão que você fez!

Ela se abaixou.

Mas Max começou a latir.

— Que foi agora?

Então Anna sentiu.

Um cheiro estranho.

Forte.

Parecia plástico queimado.

Ela olhou para a bolsa.

— Meu Deus…

Uma pequena quantidade de fumaça começou a escapar pelo zíper.

— Não toca nisso! — gritou um homem que estava próximo.

Anna recuou.

O homem se aproximou com cuidado e abriu a bolsa usando um objeto comprido.

Lá dentro estava o power bank que Anna carregava todos os dias.

A bateria estava tão quente que sua carcaça começava a deformar.

— Isso pode pegar fogo — alertou o homem.

Anna levou as mãos à boca.

— Eu estava com essa bolsa no ombro…

— E provavelmente continuaria andando com ela assim.

Anna virou lentamente para Max.

O cachorro estava sentado alguns metros atrás, observando tudo.

Foi aí que ela entendeu.

Max não queria brincar.

Não estava fazendo birra.

Ele havia sentido o cheiro do superaquecimento muito antes dela.

E fez a única coisa que conseguiu pensar:

tirou o perigo de perto da dona.

Anna correu até ele e o abraçou.

— Você estava tentando me proteger…

Max apenas encostou o focinho nela.

Naquela noite, Anna comprou o maior pacote de petiscos que encontrou.

E nunca jogou aquela bolsa fora.

Guardou como lembrança do dia em que todos acharam que seu cachorro estava causando problemas…

quando, na verdade, ele estava tentando salvar sua vida.

Se você acredita que nenhuma dor é maior que a promessa de Deus, comente: EU CREIO! E diga também: de qual cidade você está nos assistindo?

✍️ Autor: Maycon Teles Criador e editor do Fábulas Reais

Maycon Teles é o criador do Fábulas Reais, um espaço dedicado a contos emocionantes, narrativas ficcionais, histórias inspiradoras e relatos de superação criados para entreter, emocionar e provocar reflexão. Seu trabalho busca transformar situações marcantes da vida em histórias envolventes, humanas e cheias de emoção.

Aviso ao leitor: Esta é uma obra de ficção criada para entretenimento e reflexão. Nomes, personagens, locais e acontecimentos podem ser fictícios ou ter sido adaptados para fins narrativos. Qualquer semelhança com pessoas ou eventos reais é mera coincidência.

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