AS GÊMEAS PEDIRAM PARA O MILIONÁRIO SER O PADRINHO DELAS E A RESPOSTA DELE FOI SURPREENDENTE…

AS GÊMEAS PEDIRAM PARA O MILIONÁRIO SER O PADRINHO DELAS E A RESPOSTA DELE FOI SURPREENDENTE…
“Padrinho não… eu quero ser o pai de vocês.”
O salão da confeitaria ficou em silêncio por um segundo inteiro. As duas meninas, iguais até no jeito de prender o cabelo com laço rosa, ficaram olhando para o milionário como se o mundo tivesse parado bem na frente delas.

Aurora foi a primeira a piscar.

“Pai?”

Amanda apertou a mão da irmã.

“Mas a gente só ia pedir pra você ser padrinho…”

Ícaro largou devagar a xícara de café sobre a mesa. Do outro lado do balcão, Taiane ficou imóvel, o pano ainda na mão, o rosto tomado por um susto que ela não conseguiu esconder.

Tudo tinha começado por causa de uma padaria fechada.

Naquela manhã, Ícaro saiu da academia, dobrou a esquina de sempre e deu de cara com a placa na porta: Fechado para reforma. Ele respirou fundo, olhou o relógio e quase foi embora irritado. Homem rico, rotina exata, vida silenciosa. Tudo no lugar. Tudo sob controle.

Só que, cinco quadras depois, entrou numa padaria pequena que nunca tinha visto antes.

Foi ali que viu Taiane pela primeira vez, atrás do balcão, de avental claro e sorriso leve.

“Bom dia. Vai querer o quê?”

“Café sem açúcar e tapioca com queijo.”

“Tem cara de quem não muda o pedido nunca”, ela respondeu, sorrindo de canto.

Ele quase sorriu de volta. Quase.

Sentou perto da janela. Nem cinco minutos depois, duas meninas surgiram na frente dele com um caderninho.

“O senhor prefere pão francês ou pão de forma?”, perguntou Aurora.

“E gosta de sorvete?”, emendou Amanda.

Ícaro ergueu uma sobrancelha. “Isso é pesquisa de escola ou interrogatório?”

“As duas coisas”, Aurora respondeu, séria.

Ele respondeu tudo.

Voltou no dia seguinte. E no outro. E no outro.

As meninas passaram a esperar por ele. Taiane já deixava o café pronto. E sem perceber, Ícaro, que voltava toda noite para uma mansão grande demais e vazia demais, começou a rir de novo.

Numa sexta-feira, as gêmeas sentaram na frente dele como quem tinha assunto importante.

“A gente decidiu uma coisa”, disse Amanda.

“Você pode ser nosso padrinho?”, completou Aurora.

Taiane apareceu na hora, envergonhada.

“Meninas, não se pede um negócio desses assim…”

Mas Ícaro não tirou os olhos delas.

“Por que eu?”

Aurora respondeu primeiro.

“Porque você volta.”

Amanda terminou.

“E não trata a gente como peso.”

A frase bateu nele de um jeito que nem ele esperava. Então respirou fundo e disse:

“Vamos fazer melhor. Primeiro, a gente se conhece direito.”

Foi assim que começaram os passeios no parque, os sorvetes depois da escola, as tardes na casa dele e as conversas longas com Taiane na varanda, enquanto as meninas corriam no jardim.

Numa noite, depois que Aurora e Amanda dormiram no sofá, Taiane olhou para ele e perguntou baixinho:

“Por que você está fazendo tudo isso?”

Ícaro demorou um pouco. Depois respondeu com verdade:

“Porque essa casa era só bonita. Agora ela parece viva.”

Os olhos dela encheram. Não de tristeza. De alívio.

Meses depois, no aniversário das meninas, elas repetiram o pedido diante do bolo.

“Então… você aceita ser nosso padrinho?”

Ícaro se abaixou até ficar na altura delas. A voz saiu firme, mas embargada no fim.

“Padrinho não… eu quero ser o pai de vocês. Se vocês deixarem.”

Aurora chorou primeiro. Amanda foi logo atrás. As duas se jogaram no pescoço dele ao mesmo tempo.

Taiane levou a mão à boca, sem conseguir falar.

Ícaro abraçou as meninas com força, olhou para a mulher que amava e entendeu, ali, no meio das lágrimas e do barulho feliz, que às vezes Deus fecha uma porta pequena só para abrir uma vida inteira logo adiante.

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