REJEITADA PELA MADRASTA, A JOVEM DA ROÇA FOI ACOLHIDA E AMADA PELO RICO FAZENDEIRO…

— PEGUE SUA MALA E SUMA! VOCÊ NÃO É MINHA FILHA E NÃO TEM DIREITO A NADA AQUI!

— Gertrudes, meu pai deixou uma parte deste sítio para mim! Está escrito na escritura!

— ESQUEÇA ESSA HISTÓRIA! OU SAI AGORA, OU EU JOGO SUAS COISAS NA ESTRADA!

Isabel tentou recuperar o documento das mãos da madrasta, mas a mulher o rasgou diante dela.

— Pronto! Agora prove que essa terra é sua!

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Expulsa de casa durante uma tempestade, Isabel caminhou pela estrada de barro carregando uma mala e algumas roupas.

Desde a morte do pai, trabalhava na lavoura sem receber nada. Ainda cuidava da mãe, que estava doente.

Naquela noite, não tinha dinheiro, emprego nem lugar para dormir.

Foi quando um cavaleiro se aproximou.

— Moça, o que está fazendo sozinha nessa chuva?

— Procurando trabalho, senhor. Não quero esmola.

O homem desmontou e ofereceu seu casaco.

— Então venha comigo. Minha fazenda precisa de alguém para organizar a despensa.

Era Mateus, um dos fazendeiros mais ricos da região.

Na Boa Vista, Isabel recebeu comida, abrigo e um salário justo.

Mas não demorou para descobrir que o administrador desviava mantimentos e escondia pagamentos dos trabalhadores.

— Seu Mateus, estão roubando da sua fazenda!

Silvério, o administrador, avançou furioso.

— ESSA MATUTA CHEGOU ONTEM E JÁ QUER MANDAR AQUI?

Isabel abriu seu caderno.

— Não quero mandar. Quero mostrar para onde foi o milho que desapareceu.

Os registros confirmaram suas suspeitas. Mateus afastou Silvério e confiou a administração dos mantimentos à jovem.

A notícia chegou aos ouvidos de Gertrudes.

Inconformada, a madrasta apareceu na fazenda acompanhada das filhas.

— Isabel! Você conseguiu enganar até um homem rico?

— Eu trabalho aqui, Gertrudes. Diferentemente do sítio, onde trabalhava de graça.

— VOCÊ SEMPRE FOI UMA INGRATA!

Mateus tentou intervir, mas Isabel pediu:

— Deixe comigo. Passei anos sem poder me defender.

Ela procurou o cartório e conseguiu uma cópia oficial da escritura.

Dias depois, diante do juiz, Gertrudes apresentou um documento adulterado.

Isabel entregou o registro verdadeiro.

— Meu pai deixou metade do terreno para mim. Ela tentou vender tudo escondido!

O tabelião confirmou a falsificação.

A Justiça reconheceu os direitos de Isabel e impediu a venda da propriedade.

A jovem recuperou sua terra, levou a mãe para uma casa reformada e abriu uma pequena escola para ensinar outras mulheres a ler e administrar dinheiro.

Meses depois, Mateus a encontrou cuidando da horta.

— Isabel, quando chegou aqui, pediu apenas trabalho. Hoje quero lhe oferecer algo diferente: uma vida ao meu lado. Quer casar comigo?

Ela sorriu.

— Quero, Mateus. Mas continuarei trabalhando e cuidando dos meus projetos.

— É justamente essa mulher que eu amo!

O casamento aconteceu no jardim da fazenda.

E Isabel, que fora expulsa por não ter dinheiro, encontrou um amor que jamais exigiu que ela deixasse de ser quem era.

Se você acredita que nenhuma dor é maior que a promessa de Deus, comente: EU CREIO! E diga também: de qual cidade você está nos assistindo?

✍️ Autor: Maycon Teles Criador e editor do Fábulas Reais

Maycon Teles é o criador do Fábulas Reais, um espaço dedicado a contos emocionantes, narrativas ficcionais, histórias inspiradoras e relatos de superação criados para entreter, emocionar e provocar reflexão. Seu trabalho busca transformar situações marcantes da vida em histórias envolventes, humanas e cheias de emoção.

Aviso ao leitor: Esta é uma obra de ficção criada para entretenimento e reflexão. Nomes, personagens, locais e acontecimentos podem ser fictícios ou ter sido adaptados para fins narrativos. Qualquer semelhança com pessoas ou eventos reais é mera coincidência.

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