O FAZENDEIRO ESPEROU 2 ANOS POR UMA ESPOSA — ATÉ QUE UMA DESCONHECIDA APARECEU COM 20 VACAS

— O senhor colocou um anúncio procurando esposa ou estava brincando com os sentimentos das mulheres?

— Como assim? Eu esperei dois anos e ninguém respondeu!

— Pois eu escrevi há oito meses! E agora estou aqui, com vinte vacas e uma pergunta: o senhor ainda quer se casar?

Augusto, um fazendeiro viúvo de Minas Gerais, não sabia o que responder. Aos 44 anos, já tinha perdido a esperança de encontrar uma companheira.

Rosa, porém, não havia percorrido quilômetros de estrada para ouvir desculpas.

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— Essas vacas são tudo que tenho. Se o senhor me aceitar, elas ficam comigo.

— E quem disse que vou aceitar uma desconhecida?

— Ninguém. Mas o senhor pode me conhecer antes de decidir.

Augusto permitiu que ela permanecesse sessenta dias na propriedade.

Em poucas semanas, Rosa reorganizou a produção de queijos, contratou três trabalhadoras e conseguiu novos compradores.

Pela primeira vez em anos, Augusto voltava a sorrir.

Mas Osvaldo, cunhado do fazendeiro e responsável pelas vendas, estava desesperado.

— Augusto, essa mulher está atrás do seu dinheiro!

— Engraçado, Osvaldo. Antes você dizia que nenhuma mulher me queria. Agora quer expulsar a única que apareceu?

Osvaldo precisava afastá-la. Havia anos, desviava dinheiro da fazenda.

Então procurou um negociante de gado e armou uma crueldade.

Durante a madrugada, seis vacas de Rosa desapareceram.

Na manhã seguinte, o negociante apareceu exigindo os outros animais.

— Essas vacas pertencem a mim! Essa mulher é uma aproveitadora!

Rosa apresentou os documentos.

— Se são suas, prove! Porque eu trabalhei onze anos para conquistar cada uma!

Com ajuda de uma funcionária, encontrou os animais escondidos num curral pertencente a Osvaldo.

Augusto ficou revoltado.

— Meu próprio cunhado? Isso não pode ser verdade!

Mas a pior descoberta ainda viria.

Investigando o armazém, Rosa encontrou uma caixa contendo 37 cartas destinadas ao fazendeiro.

Todas eram respostas ao anúncio de casamento.

Inclusive a dela.

Quando Augusto abriu os envelopes, suas mãos tremeram.

— Durante dois anos você me disse que ninguém queria ficar comigo, Osvaldo!

O cunhado tentou se defender.

— Eu só queria proteger você!

Rosa colocou os registros das vendas sobre a mesa.

— Proteger? Então explique também os queijos desaparecidos e o dinheiro que nunca chegou à fazenda!

Com testemunhas e documentos, Augusto procurou as autoridades. Os desvios foram investigados, e Osvaldo perdeu o controle dos negócios.

Algumas semanas depois, Augusto encontrou Rosa preparando a ordenha.

— Os sessenta dias estão terminando.

— Eu sei. Já estou preparando minhas vacas.

Ele segurou delicadamente a mão dela.

— Não quero que você vá embora. Quero que fique como minha esposa, não como minha empregada.

Rosa sorriu.

— Então vai precisar aprender uma coisa: casamento é parceria.

Augusto respondeu:

— Foi justamente isso que você me ensinou.

E o homem que acreditava ter sido rejeitado por todas descobriu que seu amor havia sido impedido de chegar.

Se você acredita que nenhuma dor é maior que a promessa de Deus, comente: EU CREIO! E diga também: de qual cidade você está nos assistindo?

✍️ Autor: Maycon Teles Criador e editor do Fábulas Reais

Maycon Teles é o criador do Fábulas Reais, um espaço dedicado a contos emocionantes, narrativas ficcionais, histórias inspiradoras e relatos de superação criados para entreter, emocionar e provocar reflexão. Seu trabalho busca transformar situações marcantes da vida em histórias envolventes, humanas e cheias de emoção.

Aviso ao leitor: Esta é uma obra de ficção criada para entretenimento e reflexão. Nomes, personagens, locais e acontecimentos podem ser fictícios ou ter sido adaptados para fins narrativos. Qualquer semelhança com pessoas ou eventos reais é mera coincidência.

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