
O Fazendeiro Rico e a Jovem Empregada Vivem Uma História de Amor — A Última Primavera
— Você não precisa ficar aqui depois do horário.
— E deixar sua mãe sozinha hoje? Eu fico.
Augusto encarou Rosilene por alguns segundos.
— Você trabalha demais.
— Alguém precisa fazer o que é certo.
- UMA GRANDE VENTANIA ESPALHOU SEMENTES ESTRANHAS PELA FAZENDA DELA… ENTÃO ELA AS RECONHECEU
- NOIVA DO BILIONÁRIO ROUBOU O SALÁRIO DA EMPREGADA E RIU… MAS ELA TINHA PROVAS DE TUDO
- UM TORNADO ESPALHOU SEMENTES ESTRANHAS PELA FAZENDA DE UM GAROTO NEGRO… ENTÃO ELE DESCOBRIU A VERDADE
- NINGUÉM QUERIA CUIDAR DO FAZENDEIRO CEGO… ATÉ A ÓRFÃ BATER À SUA PORTEIRA
- “ELA É APENAS MINHA EMPREGADA”, DISSE O MILIONÁRIO… ATÉ O AMIGO APARECER COM FLORES
Foi assim que ela entrou na vida dele.
Rosilene tinha apenas 20 anos e começara a trabalhar na fazenda para substituir Laura, funcionária antiga da família.
A principal tarefa era ajudar dona Helena, mãe de Augusto, que enfrentava um câncer avançado.
— Quero ver o lago mais uma vez — pediu Helena certa manhã.
Augusto hesitou.
Rosilene respondeu primeiro:
— Então nós vamos levar a senhora.
Sentada diante da água, Helena segurou a mão dos dois.
— Vocês fazem essa casa parecer viva novamente.
Augusto desviou o olhar.
Talvez porque soubesse que aquilo não duraria.
Dias depois, Helena piorou.
No hospital, chamou Rosilene para perto.
— Cuida do meu filho.
— A senhora mesma vai cuidar.
Helena sorriu.
— Você ainda não percebeu… mas Deus colocou vocês dois no caminho um do outro.
Naquela noite, ela morreu.
Augusto se trancou no quarto.
Um dia.
Dois.
Três.
Quando finalmente abriu a porta, encontrou Rosilene sentada no corredor.
— Você ficou aí esse tempo inteiro?
— Eu prometi que não deixaria você sozinho.
Augusto chorou pela primeira vez na frente dela.
Depois disso, a amizade cresceu.
Jantares simples.
Conversas na varanda.
Passeios pela fazenda.
Até que, diante do lago, Augusto segurou sua mão.
— Você apareceu quando eu estava perdendo tudo.
Rosilene ficou nervosa.
— Seu Augusto…
— Augusto.
Ela sorriu.
— Augusto.
Mas nem todos aceitaram aquela aproximação.
Priscila, irmã dele, voltou para casa e encontrou Rosilene morando na fazenda.
— Empregada agora mora com patrão?
Rosilene endureceu o rosto.
— Estou aqui porque Augusto pediu.
Dias depois, Priscila e uma amiga humilharam Rosilene, mandaram que ela refizesse almoço, limpasse banheiro e ainda quebraram seu celular.
— Eu vou embora — disse Rosilene chorando.
Augusto chegou naquele instante.
— Quem fez isso?
Priscila cruzou os braços.
— Ela é só empregada.
Augusto virou para a irmã.
— Sai da minha casa.
— Você está me expulsando por causa dela?
— Estou expulsando você pela forma como tratou alguém que nunca lhe fez mal.
Depois, encontrou Rosilene fazendo as malas.
— Você não vai embora.
— Eu não quero causar problemas na sua família.
Augusto segurou delicadamente as mãos dela.
— Então pare de trabalhar para mim.
Rosilene congelou.
— Como?
Ele se ajoelhou.
— Porque eu não quero mais você como funcionária.
Retirou uma pequena caixa do bolso.
— Quero você como minha esposa.
Rosilene começou a chorar.
— Augusto…
— Você foi minha amiga quando eu estava quebrado. Meu consolo quando perdi minha mãe. E a mulher que trouxe primavera para uma casa que parecia ter morrido junto com ela.
Rosilene olhou para o anel.
Depois para ele.
— Sim.
E naquele instante, Augusto percebeu que a última primavera de dona Helena tinha deixado uma nova começando para os dois.
Se você acredita que nenhuma dor é maior que a promessa de Deus, comente: EU CREIO! E diga também: de qual cidade você está nos assistindo?
Maycon Teles é o criador do Fábulas Reais, um espaço dedicado a contos emocionantes, narrativas ficcionais, histórias inspiradoras e relatos de superação criados para entreter, emocionar e provocar reflexão. Seu trabalho busca transformar situações marcantes da vida em histórias envolventes, humanas e cheias de emoção.
Views: 107
