
Ela Fugiu de Um Casamento Forçado e Foi Salva Por Um Milionário Misterioso…
“Você vai casar hoje, querendo ou não.”
O pai bateu a mão na mesa, e o som fez as taças tremerem. No quarto ao lado, costureiras ajustavam o vestido branco às pressas, como se renda e brilho fossem capazes de esconder o medo no rosto de Isadora.
Ela ficou de pé, pálida, com os olhos acesos de desespero.
“Eu não vou me casar com um homem que me comprou.”
A madrasta soltou uma risada fria.
“Comprou, não. Salvou nossa família. Agora faça sua parte.”
Lá fora, a mansão estava pronta para a cerimônia. Flores caras, convidados importantes, músicos afinando instrumentos. Tudo perfeito por fora. Por dentro, Isadora se sentia sendo empurrada para um abismo. O noivo, um empresário muito mais velho, já tinha deixado claro o que queria.
“Depois de hoje, você aprende a me obedecer”, ele dissera na noite anterior, apertando o braço dela com força.
Foi isso que decidiu tudo.
Quando a música começou no jardim, Isadora não desceu a escada principal. Arrancou o véu, tirou os sapatos e correu pelos fundos da casa com o vestido nas mãos. O coração batia tão forte que ela mal ouvia os gritos atrás dela.
“Pega ela!” o pai berrou da varanda.
“Se essa menina sumir, eu acabo com a vida dela!”, gritou o noivo.
Isadora atravessou a estrada de terra sem olhar. Um carro preto surgiu na curva e freou tão perto que levantou poeira no vestido. A porta do motorista se abriu de uma vez. Um homem alto saiu, terno escuro, rosto sério, olhar afiado.
“Quer morrer?” ele perguntou, seco.
Ela mal conseguia respirar.
“Se eu voltar, talvez.”
Os homens que vinham correndo da mansão diminuíram o passo quando viram o carro de luxo e o desconhecido parado entre eles e a noiva fugitiva.
“Ela é minha filha!”, o pai gritou.
O homem olhou para Isadora.
“É verdade?”
Ela balançou a cabeça, com lágrimas nos olhos.
“Sou filha dele. Mas não sou propriedade de ninguém.”
O silêncio caiu pesado.
O desconhecido abriu a porta de trás.
“Entra.”
O pai avançou, furioso.
“Você não sabe com quem está se metendo!”
O homem nem levantou a voz.
“Sei o suficiente. E você tem cinco segundos para se afastar do meu carro.”
Havia algo nele que fez até o noivo parar. Não era grito. Era poder. Frio, controlado, perigoso.
Isadora entrou tremendo. O carro arrancou antes que alguém reagisse. Só quando a mansão sumiu pelo retrovisor ela percebeu que ainda estava segurando um pedaço do véu rasgado.
No banco da frente, o homem falou sem olhar para trás.
“Seu nome?”
“Isadora.”
“Meu nome é Dante.”
Ela engoliu seco. O nome não lhe era estranho. Dante Albuquerque. O milionário recluso que quase ninguém via, dono de empresas, hotéis e fazendas, um homem cercado de rumores e silêncio.
“Por que me ajudou?”, ela perguntou baixinho.
Dante apertou o volante por um segundo.
“Porque eu reconheço uma armadilha quando vejo uma.”
Ela franziu a testa.
“Como assim?”
Ele parou o carro diante de um casarão antigo, cercado por muros altos, e só então virou o rosto pela primeira vez.
“Porque o homem com quem queriam te casar foi sócio do responsável pela morte da minha irmã.”
Isadora perdeu o ar.
O medo ainda estava ali. A dor também. Mas agora havia outra coisa. Verdade. E uma guerra maior do que ela imaginava.
Naquela noite, enquanto a chuva começava a cair nos jardins da casa de Dante, Isadora entendeu que não tinha sido apenas salva. Tinha atravessado uma porta sem volta. E o homem misterioso que a resgatou não apareceu por acaso. Ele estava esperando o momento certo para destruir quem tentou vender a vida dela.
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