Finja Ser Minha Esposa ou Vão me ELIMINAR” – Implorou o Duque à Jovem… Então Ela Fez Algo Chocante….

Finja Ser Minha Esposa ou Vão me ELIMINAR” – Implorou o Duque à Jovem… Então Ela Fez Algo Chocante….
“Finja ser minha esposa agora, ou eu desapareço antes do amanhecer.” O duque segurou o pulso da jovem com a voz falhando, enquanto dois homens armados observavam do fim do salão.

Clara puxou a mão de volta na mesma hora. O vestido simples contrastava com o luxo do palácio, e aquilo só deixava a cena ainda mais absurda.

“Você enlouqueceu? Eu sou só uma criada da ala norte.”

“Não.” Ele olhou direto para ela. “Você é a única pessoa aqui que ainda não foi comprada.”

No alto da escadaria, os convidados cochichavam. O baile seguia com música suave, mas o clima já tinha mudado. O nome do duque Henrique corria em sussurros havia dias. Diziam que, sem uma esposa até meia-noite, ele perderia o título, os bens e a proteção da coroa. E sem proteção, seus inimigos fariam o resto.

Clara deu um passo atrás. “E por que eu deveria me meter nisso?”

Henrique respirou fundo. “Porque ontem, quando todos riram de você na cozinha, eu fui o único que mandou pararem.”

Ela travou. Tinha sido verdade. Na noite anterior, a governanta jogara uma bandeja em seus pés e disse, na frente de todos: “Criada sem família tem que agradecer por dormir em chão limpo.” Ninguém reagiu. Ninguém, além dele.

Mas aquilo ainda era loucura.

“Se eu aceitar, viro alvo junto com você.”

“Se não aceitar, eu viro morto sozinho.”

A sinceridade daquela frase atingiu Clara como um tapa.

Antes que respondesse, a marquesa Odete surgiu com um sorriso venenoso. “Henrique, o salão inteiro espera sua noiva. Ou devo anunciar seu fracasso?”

Clara viu o deboche nos olhos dela. Viu também os homens no canto, imóveis demais para serem apenas guardas.

Henrique estendeu a mão. Não havia orgulho ali. Só desespero.

“Me ajude.”

O salão inteiro prendeu a respiração quando Clara subiu um degrau, ficou ao lado dele e disse em voz alta:

“Fracasso? Engraçado. Porque o homem que vocês chamam de fraco foi o único neste palácio a me tratar como gente.”

Os cochichos explodiram.

Odete estreitou os olhos. “Você não sabe o que está fazendo.”

Clara virou para ela. “Sei, sim. Estou escolhendo o lado certo.”

Henrique, surpreso, entrou no jogo. Segurou a cintura dela e anunciou: “Apresento minha futura esposa.”

O escândalo foi imediato. Taças pararam no ar. Nobres se entreolharam. Mas então Clara fez algo que ninguém esperava: tirou do bolso do avental uma carta selada.

“Já que estamos falando de verdades”, ela disse, erguendo o papel, “talvez todos queiram saber quem tentou subornar os conselheiros para tirar o duque do poder.”

Odete empalideceu. “Devolva isso!”

“Tarde demais.” Clara entregou a carta ao conselheiro real que acabava de entrar no salão. “Encontrei isso nos aposentos da marquesa, junto com a lista dos homens pagos para incriminar o duque.”

O salão virou um caos. Odete tentou sair, mas os próprios guardas fecharam o caminho. Henrique ficou sem palavras.

“Você… guardou isso esse tempo todo?”

Clara encarou a marquesa sendo levada. “Eu aprendi cedo. Quando uma pessoa poderosa sorri demais, é porque está escondendo veneno.”

Minutos depois, o conselheiro se curvou diante de Henrique. “As acusações eram falsas. Seu título está mantido.”

Henrique virou para Clara, ainda incrédulo. “Você não salvou só meu nome. Salvou minha vida.”

Ela cruzou os braços, firme. “Então nunca mais me chame de só uma criada.”

Pela primeira vez naquela noite, ele sorriu de verdade.

“Perdão, duquesa.”

E foi ali, no salão onde ela era tratada como invisível, que Clara deixou de servir mesas… para sentar no lugar que sempre tentaram impedir que ela alcançasse.

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