
O FAZENDEIRO SE APAIXONOU PELA CUIDADORA DA MÃE… ATÉ DESCOBRIR QUE ELA ERA HERDEIRA DA FAMÍLIA QUE ELE MAIS ODIAVA
— Quem é você de verdade, Serena?
— Alguém que só queria ter a chance de começar de novo.
Henrique fechou o contrato sobre a mesa.
— Cuidadora nenhuma percebe uma cláusula dessas em segundos.
Serena respirou fundo.
- OS FILHOS OS EXPULSARAM SEM PIEDADE… MAS A CASA ABANDONADA ESCONDIA UM SEGREDO DE MILHÕES
- ELE FICOU RICO E VOLTOU PELOS PAIS… SEM SABER QUE OS PRÓPRIOS IRMÃOS OS TINHAM ABANDONADO
- UM FAZENDEIRO RICO CORTOU A ÁGUA DA PRÓPRIA FILHA — ATÉ QUE ELA DESCOBRIU UMA NASCENTE ESCONDIDA
- ELE VOLTOU MAIS CEDO E OUVIU A PRÓPRIA MÃE HUMILHAR A ESPOSA — SÓ ENTÃO ENTENDEU O SILÊNCIO DELA
- MÃE SOLTEIRA ACEITA DAR BANHO NO MILIONÁRIO — E TUDO MUDA ENTRE OS DOIS
— Eu já trabalhei com administração.
— Isso não explica tudo.
— Nem tudo precisa ser explicado no primeiro dia.
Henrique não gostou da resposta.
Mas dona Azira, mãe dele, gostava cada vez mais daquela mulher.
Serena havia chegado à fazenda com uma mala pequena e aceitado cuidar da senhora durante a recuperação de uma queda.
Em poucas semanas, dona Azira voltou a caminhar pelo jardim.
— Devagar — dizia Serena.
— Você manda demais.
— E a senhora reclama demais.
As duas riam.
Henrique observava.
A mãe não sorria daquele jeito havia meses.
E ele também começou a sorrir mais.
Numa tarde de chuva, os dois ficaram presos num galpão.
Henrique aproximou-se.
— Você pretende continuar fugindo de mim?
— Depende.
— De quê?
— Do que você vai fazer se eu ficar.
Ele a beijou.
Serena soube naquele instante que precisava contar a verdade.
Mas não teve tempo.
Na manhã seguinte, um carro preto entrou na propriedade.
Um homem de terno desceu.
— Senhora Serena Albuquerque, preciso da sua assinatura nos documentos da empresa do seu pai.
Henrique virou-se lentamente.
— Albuquerque?
Serena empalideceu.
Aquele sobrenome era conhecido.
Anos antes, Henrique acreditava que o pai de Serena havia sido responsável por uma negociação que quase destruíra sua família.
— Você sabia quem eu era desde o começo? — perguntou ele.
— Sabia meu sobrenome. Não sabia toda a história.
— E mesmo assim entrou na minha casa?
— Eu não vim atrás de você! Eu estava fugindo justamente da minha família, do dinheiro, de gente que só enxergava meu sobrenome!
Henrique recuou.
— E eu fui mais um idiota acreditando numa mentira.
Serena chorou.
— Meu nome eu escondi. O que senti por você, não.
Na manhã seguinte, ela foi embora.
Dona Azira confrontou o filho.
— Se ela estivesse atrás de dinheiro, por que esconderia que já tinha uma fortuna?
Henrique não respondeu.
Dias depois, procurando documentos antigos, dona Azira encontrou cartas guardadas pelo marido.
Henrique leu.
E sentiu o chão desaparecer.
O pai de Serena não causara o prejuízo.
Ele havia tentado impedir o golpe e ainda devolvera parte do dinheiro usando recursos próprios.
Henrique dirigiu até a capital.
Encontrou Serena saindo de uma reunião.
— Eu vim pedir perdão.
— Pelos documentos que encontrou?
— Não. Pelo homem que fui antes de encontrá-los.
Ela ficou séria.
Henrique colocou uma pequena caixa em suas mãos.
Dentro havia sementes das flores que ela plantara com dona Azira.
— Não vim buscar a herdeira. Vim buscar a mulher que devolveu vida à minha mãe… e a mim.
Serena chorou.
— Eu também errei escondendo tudo.
Henrique respondeu:
— Então desta vez a gente começa sem segredo.
Meses depois, aquelas sementes floresceram no jardim onde os dois se casaram.
E Henrique nunca mais esqueceu:
às vezes, o passado não mente apenas sobre pessoas. Ele também nos ensina a odiar quem nunca foi nosso inimigo.
Se você acredita que nenhuma dor é maior que a promessa de Deus, comente: EU CREIO! E diga também: de qual cidade você está nos assistindo?
Maycon Teles é o criador do Fábulas Reais, um espaço dedicado a contos emocionantes, narrativas ficcionais, histórias inspiradoras e relatos de superação criados para entreter, emocionar e provocar reflexão. Seu trabalho busca transformar situações marcantes da vida em histórias envolventes, humanas e cheias de emoção.
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