MINHA MADRASTA JOGOU LAMA EM MIM NA FRENTE DE TODOS… MAS NÃO VIU QUE O DUQUE MAIS RICO ESTAVA ATRÁS DELA!

— SEU LUGAR É NA LAMA, SUA INÚTIL! NENHUM HOMEM DECENTE VAI QUERER UMA MULHER DEFORMADA!

— A senhora já me tirou tudo! Até minha dignidade quer arrancar?

— Dignidade? Olhe para essa marca horrível no seu pescoço!

Cordélia agarrou outro punhado de barro, mas uma voz masculina interrompeu.

— Se jogar mais uma vez, terá que responder por isso!

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— Quem o senhor pensa que é?

— Alexander Ravensworth. Duque de Ashford.

A madrasta reconheceu o homem imediatamente.

Era o aristocrata mais rico da região, justamente aquele que ela pretendia apresentar à própria filha.

O duque ofereceu um lenço a Eleanor, que limpava a lama do rosto.

— A senhorita está ferida?

— Apenas acostumada, Vossa Graça.

Aquela resposta o impressionou profundamente.

Desde a morte do pai, Eleanor vivia como empregada dentro da própria casa. Dormia no sótão, usava roupas velhas e era proibida de frequentar os bailes.

Tudo porque possuía uma mancha de nascença no pescoço.

Três dias depois, uma carruagem luxuosa parou diante da residência.

Cordélia correu para receber Alexander.

— Vossa Graça! Minha filha Lavínia ficará encantada!

— Não vim visitar Lavínia. Quero conversar com Eleanor.

— Aquela criatura? Ela não está apresentável!

— Então esperarei.

Eleanor apareceu usando um avental manchado de farinha.

Alexander entregou-lhe um livro sobre rosas.

— Soube que a senhorita cuida de um jardim.

Ela segurou o presente emocionada.

Mas Cordélia não aceitou perder o controle.

Começou a interceptar as cartas do duque e espalhar mentiras sobre Eleanor.

Até que decidiu mandá-la embora para uma propriedade distante.

— Amanhã você parte! Nunca mais envergonhará esta família!

— Mas esta também é minha casa!

— Sua casa? Você não possui absolutamente nada!

Naquela noite, Lavínia revelou à irmã que a mãe queimava as cartas de Alexander.

Eleanor conseguiu enviar um bilhete ao duque.

Dias depois, ele apareceu acompanhado de um advogado.

Havia descoberto algo gravíssimo.

A mãe de Eleanor deixara uma fortuna de vinte mil libras para a filha.

Cordélia havia falsificado documentos e roubado toda a herança.

No grande baile da cidade, a madrasta tentou humilhá-la novamente.

— ESSA MULHER NÃO TEM DINHEIRO NEM FAMÍLIA!

Alexander apresentou os documentos.

— Tem, sim. E a senhora roubou tudo dela!

Cordélia começou a tremer.

Eleanor aproximou-se e retirou do vestido da madrasta um broche que pertencera à sua mãe.

— Isto também é meu.

O duque então segurou sua mão.

— Eleanor, aceita ser minha esposa?

— Mesmo com esta marca?

— Eu não quero uma mulher perfeita. Quero a mulher que teve coragem de enfrentar o mundo.

Anos depois, Eleanor usou sua herança recuperada para abrir uma escola para meninas abandonadas.

E nunca mais escondeu a marca do pescoço.

Se você acredita que nenhuma dor é maior que a promessa de Deus, comente: EU CREIO! E diga também: de qual cidade você está nos assistindo?

✍️ Autor: Maycon Teles Criador e editor do Fábulas Reais

Maycon Teles é o criador do Fábulas Reais, um espaço dedicado a contos emocionantes, narrativas ficcionais, histórias inspiradoras e relatos de superação criados para entreter, emocionar e provocar reflexão. Seu trabalho busca transformar situações marcantes da vida em histórias envolventes, humanas e cheias de emoção.

Aviso ao leitor: Esta é uma obra de ficção criada para entretenimento e reflexão. Nomes, personagens, locais e acontecimentos podem ser fictícios ou ter sido adaptados para fins narrativos. Qualquer semelhança com pessoas ou eventos reais é mera coincidência.

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