Ela pagou a um garoto de programa pobre para se casar com ela, sem saber que ele possuía um império bilionário.

— Eu preciso de um marido antes do meu aniversário.

Ephana jamais imaginou dizer aquilo para um homem que acreditava ser acompanhante pago.

Dias antes, ela havia flagrado o noivo, Amecha, com Amanda, sua própria meia-irmã.

O pior veio depois.

Seu pai exigiu que ela perdoasse a traição porque a família de Amecha ajudava financeiramente a empresa deixada por sua mãe.

Ephana recusou.

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Mas havia um problema: para assumir o controle da Chioma Designs, precisava estar casada antes de completar vinte e cinco anos.

Foi então que encontrou Chukudi.

Cinco anos antes, sem saber quem ele era, Ephana havia dado dinheiro a um desconhecido que tivera carteira e telefone roubados.

Aquele homem nunca esqueceu sua bondade.

Agora estavam frente a frente novamente.

Só que Ephana entendeu tudo errado.

Ao descobrir que Chukudi frequentava hotéis e canteiros de obras, concluiu que ele trabalhava como acompanhante.

E ele não corrigiu imediatamente.

Então ela propôs:

— Eu pago quinhentos mil por mês. Você se casa comigo, fica cinco meses e depois nos divorciamos.

Chukudi quase riu.

Ephana não fazia ideia de que estava oferecendo salário a Chukudi Nosu, arquiteto e dono de um império bilionário de hotéis, imóveis e construção.

Mesmo assim, ele aceitou.

Não pelo dinheiro.

Aceitou porque reconhecera nela a jovem que o ajudara anos antes.

O casamento começou como contrato.

Quartos separados.

Nenhum envolvimento.

Mas Chukudi começou a defendê-la da família e acreditar na capacidade dela de salvar a empresa da mãe.

Ephana, por sua vez, comprou roupas para o “marido pobre”, conseguiu um emprego para ele como arquiteto e até tentou ajudá-lo a comprar uma casa.

Até chegar o dia em que ela tentou recuperar num leilão um colar de esmeraldas que pertencera à mãe.

O preço subiu demais.

Chukudi levantou a mão.

— Eu compro.

Segundos depois, o pagamento milionário foi confirmado.

— Pago pela conta do senhor Chukudi Nosu.

Ephana congelou.

— Qual Chukudi Nosu?

O funcionário respondeu:

— Seu marido. O presidente do Nosu Group.

Ela encarou Chukudi.

— Você é bilionário?

— Eu tentei contar.

— E eu achei que você era um gigolô!

A raiva veio primeiro.

Depois, a verdade.

Chukudi explicou que nunca precisou do dinheiro dela. Guardara até a primeira quantia que Ephana lhe dera anos antes, porque aquele gesto foi a primeira vez que alguém o ajudou sem conhecer seu sobrenome ou fortuna.

O contrato terminou.

Nenhum dos dois pediu o divórcio.

Depois de conflitos familiares e uma separação, Ephana finalmente voltou.

— Quando me casei, eu precisava de você. Agora não preciso mais.

Chukudi ficou em silêncio.

Ela segurou sua mão.

— Mas eu escolho você.

Ele sorriu.

— Então renovamos o contrato?

— Por quanto tempo?

— Para a vida inteira.

Dessa vez não havia salário, prazo ou mentira.

Ephana descobriu que o homem que julgava não ter nada possuía bilhões.

Mas a verdadeira riqueza foi encontrar alguém que não queria controlá-la ou usá-la.

Só queria ficar.

Se você acredita que nenhuma dor é maior que a promessa de Deus, comente: EU CREIO! E diga também: de qual cidade você está nos assistindo?

✍️ Autor: Maycon Teles Criador e editor do Fábulas Reais

Maycon Teles é o criador do Fábulas Reais, um espaço dedicado a contos emocionantes, narrativas ficcionais, histórias inspiradoras e relatos de superação criados para entreter, emocionar e provocar reflexão. Seu trabalho busca transformar situações marcantes da vida em histórias envolventes, humanas e cheias de emoção.

Aviso ao leitor: Esta é uma obra de ficção criada para entretenimento e reflexão. Nomes, personagens, locais e acontecimentos podem ser fictícios ou ter sido adaptados para fins narrativos. Qualquer semelhança com pessoas ou eventos reais é mera coincidência.

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