
ELA AMAVA O FILHO DO FAZENDEIRO DESDE A INFÂNCIA… ATÉ SER OBRIGADA A SERVIR NO CASAMENTO DELE
— Marina, leve essa bandeja até a mesa dos noivos.
— Justo hoje?
— Hoje é casamento, não dia de escolher serviço.
Marina respirou fundo e pegou a bandeja.
No altar, Guilherme esperava Cecília.
- OS FILHOS OS EXPULSARAM SEM PIEDADE… MAS A CASA ABANDONADA ESCONDIA UM SEGREDO DE MILHÕES
- ELE FICOU RICO E VOLTOU PELOS PAIS… SEM SABER QUE OS PRÓPRIOS IRMÃOS OS TINHAM ABANDONADO
- UM FAZENDEIRO RICO CORTOU A ÁGUA DA PRÓPRIA FILHA — ATÉ QUE ELA DESCOBRIU UMA NASCENTE ESCONDIDA
- ELE VOLTOU MAIS CEDO E OUVIU A PRÓPRIA MÃE HUMILHAR A ESPOSA — SÓ ENTÃO ENTENDEU O SILÊNCIO DELA
- MÃE SOLTEIRA ACEITA DAR BANHO NO MILIONÁRIO — E TUDO MUDA ENTRE OS DOIS
O mesmo Guilherme que, ainda menino, desenhara numa tábua uma casa com porta azul e prometera:
— Quando crescer, eu construo uma assim pra você.
Agora Marina atravessava o casamento dele vestida de empregada.
Quando os olhos dos dois se encontraram, Guilherme hesitou diante do padre.
Cecília percebeu.
Horas depois, Marina chorava perto do antigo moinho quando Guilherme apareceu.
— Eu precisava falar com você.
— Hoje era o dia de falar com sua esposa.
— Meu pai deixou dívidas. Esse casamento salvou a fazenda.
Marina enxugou o rosto.
— Então pare de dizer que não teve escolha.
Ele ficou calado.
— Você escolheu o caminho que pareceu mais seguro, Guilherme. Só não teve coragem de admitir o preço.
Uma semana depois, Cecília mandou Marina para outra propriedade.
— Amanhã você vai embora.
— Por quê?
— Porque eu não quero você perto do meu marido.
Marina sustentou o olhar.
— Eu nunca tentei roubar marido de ninguém.
A nova fazenda era dura.
Trabalho antes do amanhecer, cobrança constante e nenhuma gentileza.
Dois meses depois, Cecília soube como Marina estava sendo tratada.
Aquilo a incomodou.
Quando trouxe Marina de volta, falou sem rodeios:
— Eu fui cruel com você.
— Foi.
Cecília respirou fundo.
— Eu estava com medo.
— Medo não dá direito de humilhar ninguém.
Pela primeira vez, Cecília não discutiu.
Guilherme também mudou.
— Eu vou respeitar meu casamento.
Marina respondeu:
— Então faça isso por inteiro. E me deixe construir minha própria vida.
Foi nessa época que Daniel chegou à fazenda para trabalhar como marceneiro.
Certo dia, encontrou Marina tentando prender uma veneziana.
— Se continuar forçando assim, vai quebrar.
— Então conserta antes que a culpa seja minha.
Daniel riu.
— Finalmente alguém sincero por aqui.
A conversa virou amizade.
A amizade virou espera na cozinha.
Café guardado.
Passeios pelo pomar.
Até que Daniel perguntou:
— Você ainda ama alguém?
Marina pensou antes de responder.
— Amo uma lembrança. Mas não quero morar dentro dela.
Meses depois, Daniel levou Marina até a velha jabuticabeira.
Sobre um banco havia uma placa de madeira com o desenho de uma casa.
— Não tenho fazenda nem fortuna.
Ele mostrou uma aliança simples.
— Mas sei ficar quando a vida aperta. E antes de construir qualquer coisa, eu quero saber como você sonha.
Marina chorou.
— Você está me pedindo em casamento?
— Estou.
— Então eu aceito.
No dia da cerimônia, Guilherme assistiu Marina caminhar até Daniel.
Sentiu tristeza.
Mas também paz.
Cecília segurou sua mão.
— Está tudo bem?
Ele assentiu.
— Agora está.
Porque Marina finalmente entendeu que amor verdadeiro não é quem promete uma casa quando criança.
É quem cresce, fica… e pergunta onde você quer construir.
Se você acredita que nenhuma dor é maior que a promessa de Deus, comente: EU CREIO! E diga também: de qual cidade você está nos assistindo?
Maycon Teles é o criador do Fábulas Reais, um espaço dedicado a contos emocionantes, narrativas ficcionais, histórias inspiradoras e relatos de superação criados para entreter, emocionar e provocar reflexão. Seu trabalho busca transformar situações marcantes da vida em histórias envolventes, humanas e cheias de emoção.
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