
APÓS DIAS SEM COMER, ELA BEBIA ÁGUA PARA ENGANAR A FOME — ATÉ UM FAZENDEIRO LHE OFERECER UM LAR
— Pode trabalhar na minha fazenda, mas seu pai vai para o asilo! Não tenho lugar para os dois!
— Então prefiro passar fome, seu Afonso! Meu pai não vai ser abandonado!
— A senhora entende que precisa sair desta casa?
— Entendo. Mas não vou deixar meu pai morrer sozinho!
Firmina estava havia três dias sem comer. Bebia água para enganar a fome e guardava qualquer alimento para seu Policarpo, de 78 anos, que quase não enxergava.
- FAZENDEIRO PARALISADO NÃO SORRIA HÁ 4 ANOS… ATÉ VER UMA MÃE SOLTEIRA EXAUSTA DORMINDO AO SEU LADO!
- ELA FOI EXPULSA POR AMAR O FILHO DO FAZENDEIRO… 7 MESES DEPOIS, ELE IMPLOROU QUE ELA VOLTASSE!
- ELA CRESCEU SENDO HUMILHADA PELA FAMÍLIA QUE PROMETEU AMÁ-LA… ATÉ QUE O NOVO DONO DA FAZENDA CHEGOU
- A EMPREGADA SALVOU UM VESTIDO DO LIXO… MAS O FAZENDEIRO CAIU DE JOELHOS QUANDO DESCOBRIU DE QUEM ERA!
- “DEUS, NÃO QUERO MAIS FICAR SOZINHA!” — ELA OROU CHORANDO… SEM SABER QUE O FAZENDEIRO MAIS RICO ESTAVA OUVINDO!
Era 1951. A seca castigava o interior de Minas Gerais, e a fazenda onde seu pai trabalhara por mais de cinquenta anos tinha sido vendida.
Afonso, o novo proprietário, precisava daquela área para construir um curral.
Antes de partir, deixou mantimentos e um prazo de uma semana.
— Depois disso, preciso da casa desocupada.
Naquela noite, Firmina preparou angu para o pai.
— Filha, você também comeu?
— Comi, pai. Não se preocupe.
Mas Policarpo percebeu a tristeza na voz dela.
Dias depois, ouviu os empregados comentando que a fazenda estava sem água para os 150 bois que chegariam.
Então chamou a filha.
— Vá buscar o fazendeiro. Tenho uma coisa para contar.
Quando Afonso chegou, o velho perguntou:
— O senhor sabe por que construíram esta casa aqui?
— Não. Por quê?
— Porque existe uma nascente escondida naquela vereda. Eu mesmo ajudei a abrir um canal quando era moço.
Afonso desconfiou.
— E por que ninguém conhece essa água?
— Porque fecharam o canal há trinta anos. Mas posso ensinar o caminho.
Durante dois dias, os trabalhadores procuraram sem encontrar nada.
O capataz perdeu a paciência.
— Estamos acreditando na memória de um homem que nem enxerga!
Firmina respondeu:
— Meu pai pode ter perdido a visão, mas não perdeu a memória!
No terceiro dia, levaram Policarpo numa carroça até a vereda.
O velho reconheceu uma árvore caída pelo corte antigo que havia feito no tronco.
— Procurem perto daquela pedra!
Firmina afastou o mato e encontrou uma estrutura enterrada.
Os homens começaram a cavar.
De repente, água limpa apareceu entre as pedras.
— Pai! Encontramos! A nascente ainda está viva!
Policarpo apertou a mão da filha.
Durante vários dias, trabalharam até a água chegar novamente à fazenda.
Quando os bois apareceram, encontraram o tanque cheio.
Afonso procurou Firmina naquela tarde.
— Eu queria tirar vocês daqui para salvar meu gado. Mas foi seu pai quem salvou minha fazenda.
Ele entregou uma proposta de trabalho e garantiu a permanência dos dois na casa.
— Seu pai fica aqui pelo tempo que Deus permitir. E a senhora terá salário e comida todos os dias.
Firmina começou a chorar.
— O senhor está falando sério?
— Estou. E aquele canal vai levar o nome dele.
Policarpo estendeu a mão.
— Então minha filha nunca mais precisará beber água para enganar a fome?
— Nunca mais, seu Policarpo.
E aquele homem, que quase foi expulso por ser considerado um peso, acabou salvando a terra inteira.
Porque o valor de uma pessoa não desaparece quando suas forças envelhecem.
Se você acredita que nenhuma dor é maior que a promessa de Deus, comente: EU CREIO! E diga também: de qual cidade você está nos assistindo?
Maycon Teles é o criador do Fábulas Reais, um espaço dedicado a contos emocionantes, narrativas ficcionais, histórias inspiradoras e relatos de superação criados para entreter, emocionar e provocar reflexão. Seu trabalho busca transformar situações marcantes da vida em histórias envolventes, humanas e cheias de emoção.
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